domingo, 18 de maio de 2014

About last night...

Olá pessoas,

Ando hiper mega ultra sumida disso aqui, mas entendam, estou na reta final da faculdade; todos os trabalhos, provas e o temido tcc estão acontecendo ao mesmo tempo, logo, não tenho tido tempo de cozinhar muitas coisas interessantes e, quando tenho, não estou muito no pique pra escrever a receita e tirar fotos e tudo mais. Um zilhão de desculpas.
A receita de hoje surgiu porque estou fazendo dieta, ou melhor, reeducação alimentar, acompanhada de uma nutricionista e tal (se quer emagrecer ou qualquer outra coisa que precise de dieta, antes de fazer loucuras e perceber que não resultarão em nada, ou pior, em danos a sua saúde, busque um profissional qualificado que poderá te ajudar (e muito)). Enfim, conselhos a parte, a receita surgiu porque o glúten foi temporariamente (espero que permanentemente, salvo dias em que eu precise desesperadamente de uma fatia de pizza ou em viagens) eliminado da minha vida, mas eu estava precisando de um momento relax com meu amado (que está na mesma fase desesperadora que é terminar a faculdade). Seguindo as orientações do meu orientador do tcc, eu PRECISAVA para a minha saúde mental, de uma boa taça de vinho. E uma boa taça de vinho PEDE uma boa comida. E boa comida é comigo! Pensei em jogar tudo pra alto e comer gordice, mas pensei bem, vi que não valia a pena jogar pro alto os resultados que já tenho tido (minha gordura corporal já diminuiu 3% em 3 semanas e reduzi medidas, uhul). Tudo bem que o álcool estava banido da dieta, mas melhor uma coisa errada do que duas, né?!
Enfim, bla bla blas a parte, o que eu queria era uma comida gostosa, mas com pouca gordura e sem o tal do glúten (lê-se alimentos que contenham trigo e, aqui no Brasil, os que contenham aveia. Esta última porque como é processada junto com o trigo, termina tendo traços do bendito glúten).
Mas, vamos lá:

Espaguete ao pesto com camarões


*Tempere os camarões na noite anterior ao preparo (caso não dê tempo, tente temperar pelo menos 2 horas antes).
  • 400g de camarões (usei esses porque eram os maiores que tinham no lugar que comprei, mas podem usar maiores).
  • ¼ de col de chá de sal
  • ½ col de chá de pimenta do reino (pode usar mais ou menos, fica a seu critério)
  • 2 raminhos de manjericão fresco
  • 4 dentes de alho machucados
  • 2 col de sopa de azeite (uso extra virgem)

  1. Lave os camarões e limpe-os (tire aquele cocozinho que fica nas “costas” com uma faca), e coloque-os numa peneira para escorrer o excesso de água.
  2. Numa vasilha, coloque os dentes de alho machucados, os camarões, o sal, pimenta do reino, o azeite e os raminhos de manjericão e misture tudo. Cubra com papel filme (rolopack) e coloque na geladeira.


Para o macarrão

OBS: usei macarrão sem glutén, mas pode usar a massa de sua preferência. Não, não tenho intolerância. Estou fazendo reeducação alimentar e a nutricionista sugeriu que eu cortasse o glúten da minha vida, e assim eu o fiz, e estou adorando os resultados. Não sou radical, se der vontade de comer uma pizza um dia, vou comer, mas se posso fazer escolhas, principalmente com os alimentos que faço em casa, vou preferir os que não possuem glúten, dentre outras coisas que vocês verão por aqui, mas que podem ser facilmente substituídas e eu direi quando puderem.


  1. Encha uma panela grande com água e acrescente 1 col de sopa cheia de sal (sim, é muito sal, mas todos os programas de culinária que eu assisto dizem que a água que vai cozinhar a massa deve te remeter ao mar morto, então trate de colocar muito sal nisso). Deixe ferver.
  2. Acrescente uma col de sopa de azeite e o macarrão (usei ½ pacote de espaguete de arroz).
  3. Ele estará pronto quando você puder cortar a massa com um garfo (é o ponto que sei, infelizmente esqueci de cronometrar, mas va testando, se quiser coma um fio, veja se está do seu agrado a textura, se não, deixe ferver mais um pouco).
  4. Separe um pouco da água do cozimento (cerca de 2 dedos) e escorra o resto.



Para o molho

  • 2 xic de manjericão fresco (o que equivale a aprox. 2 ramos) 0 retire as folhas e descartes os talos mais grossos.

  • 2 col de sopa de óleo de gergelim e 2 de azeite de oliva (pode usar as 4 de azeite de oliva)
  • 1 dente de alho
  • 2 tomates pequenos (ou 1 grande) picados em pedaços bem pequenos

  • 1 xic de vinho branco seco (já conversamos sobre o vinho, nada de usar um vinho barato só porque é o que vai pra panela. Use um vinho bom e beba o restante junto com o prato).
  • 1 col de sopa de óleo de coco (pode usar uma col de sopa de óleo ou de azeite de oliva ou de manteiga, caso escolha a ultima opção, coloque mais uma col de chá de azeite, pois este evita que a manteiga queime rápido)
  • ¼ de col de chá de sal
  • ½ col de chá de pimenta do reino (gosto muito de pimenta do reino, pode usar menos, se quiser)
  • ½ col de chá de açúcar mascavo (pode usar qualquer outro açúcar, usei o que tenho em casa – em preparações com tomate sempre use uma pitada de açúcar para cortar a acidez do mesmo).

  1. Bata no liquidificador o manjericão, o dente de alho e as 4 col de óleo/azeite (vai demorar um pouco, mas bata até que esteja na consistência de pasta)
  2. Numa panela ou frigideira funda, coloque a colher de sopa de óleo de coco e em fogo médio sele os camarões (é um processo rápido, quando ele estiverem cor de rosa e um pouco mais rígidos, é a hora de tirar – se você demorar demais nessa parte, é possível que no final os camarões fiquem duros)
  3. Retire os camarões, deixando o liquido que sobrou na panela e acrescente o tomate, o sal, a pimenta do reino e o açúcar. Deixe os tomates murcharem (não tenha pressa – isso leva cerca de 7 a 10 minutos), você vai perceber que o liquido que sobrou da selagem dos camarões com os tomates irão incorporar e tudo ficará parecendo um molhinho;

  4. Acrescente a pastinha de manjericão e misture.
  5. Quando começar a ferver, acrescente o vinho. Depois que começar a ferver novamente, espere 5 minutos (abaixe o fogo depois que começar a ferver) e então, acrescente os camarões. Deixe por mais 5 minutos. Acrescente o macarrão.
  6. A água do preparo (lembra que você separou dois dedinhos antes?!), deve ser acrescentada quando for servir (isso vai garantir um macarrão soltinho).



Está pronto :)

domingo, 9 de março de 2014

Estudos, risadas e gostosuras...



Oi pessoal,

Segunda-feira vou ter prova na faculdade e ontem (sábado) tivemos reunião do grupo de estudo, resolvi então fazer um agrado aos meus companheiros de luta acadêmica (afinal, este é nosso último semestre compartilhando risadas, conhecimento e o desespero que só a eminência de uma prova pode proporcionar) e levar um jantarzinho: COSTELINHA DE PORCO AO MOLHO BARBECUE acompanhadas de BATATAS ASSADAS COM BACON E QUEIJO. Ai, deu água na boca só de lembrar (acreditem, estava tão bom que até o colega que nunca (eu disse nunca) como tudo o que tem no prato comeu até não sobrar um “fiapinho” da macia carne de porco). Sem mais delongas, afinal preciso estudar, aqui vai o caminho para o pote no fim do arco-íris (nesse caso não é de ouro, mas garanto que você vai se sentir igualmente feliz e satisfeito).

Costelinha de porco ao molho barbecue (dividi a receita em partes para facilitar a coisa toda)

Temperando as costelinhas:

  • 2 pacotes de costelinha (eu uso a costelinha da Perdigão: Na Brasa, costela suína)
  • 1 pote de 200g de manteiga com sal em temperatura ambiente
  • 6 dentes alho (se os dentes estiverem muito pequenos, use 8)
  • 1 cebola pequena (batida no microprocessador ou liquidificador até ficar quase uma pasta)
  • 1 col de chá rasa de sal
  • 1 col de chá cheia de pimenta do reino
  • 1 col de sopa de azeite

  1. Amasse os dentes de alho com espremedor de alho (caso não tenha um espremedor, corte em pedaços beeeem pequenos e depois amasse com um machucador), misture a “pastinha” de cebola, a manteiga (eu sei que é muita manteiga, mas uma vez na vida não mata), o sal e a pimenta do reino. Faça uma pasta uniforme.

  2. Num pirex ou assadeira coloca o azeite e as costelinhas (uma de cada vez) e com auxilio de um pincel lambuze toda a costelinha com a pasta de manteiga.


  3. Cubra o pirex com um papel filme e deixe na geladeira de um dia para o outro (caso você tenha visto a receita agora e decidiu fazer a costela para hoje ainda, deixe a costela labuzada com a pasta de manteiga por pelo menos 2h na geladeira para que a carne absorva os sabores dos ingredientes)

Para assar:

  • 1 xic de vinho branco seco (uma regra para uso de vinho na comida: só use um vinho que você beberia, nada de comprar o vinho mais barato só porque você não vai beber, lembre-se que no final das contas você vai comer, e quer uma coisa saborosa)
  • 1/2 xic de azeite de oliva (nossa, mas já não tem manteiga, para que o azeite? Trate de deixar de ser canguinha e coloque o azeite; ele evita que a manteiga queime rápido, além de ser mais um rico sabor a ser acrescentado à sua refeição)
  1. Ligue o forno a 220º, tire o pirex da geladeira, espere 5 minutos. Regue a costelinha com o vinho e o azeite, cubra com papel laminado e coloque no forno por 2h (com 1:45h tire o papel laminado e coloque o forno a 180º). As coisas devem ser feitas nessa ordem, pois dá tempo do forno aquecer e da manteiga amolecer um pouco.
  2. A cada meia hora, regue as costelas com o caldo que está no pirex.
Um obs muito importante: sua casa vai ficar com um cheiro maravilhoso de vinho.

Para o molho:

(receita adaptada de: http://www.tudogostoso.com.br/receita/15757-molho-barbecue.html)

  • 1 cebola pequena
  • 2 dentes de alho
  • 2 col de sopa de azeite de oliva
  • 1/2 xic de vinho branco seco
  • 1/2 xic de molho inglês
  • 1 pacote de 300g de molho de tomate
  • 2 col de sopa de mostarda (usei mostarda escura, mas fica a seu critério)
  • 1 xic de açúcar mascavo
  • 1/2 col de chá de sal
  • 1 pote de molho barbecue (recomendo as marcas: HEINZ ou MASTERFOOD)

  1. Bata num processador a cebola, os dentes de alho e o azeite até obter uma pastinha.
  2. Numa panela, em fogo baixo, doure essa pastinha por cerca de 3 minutos (vai ficar bem dourada e grudando no fundo da panela). Acrescente o vinho e deixe reduzir, mexendo de vez em quando.
    Acrescente o sal, misture. Acrescente o molho inglês. Assim que levantar fervura acrescente o molho de tomate, a mostarda e o açúcar; aumente para fogo médio. Depois de 1 minuto que levantar fervura, acrescente o molho barbecue pronto, deixe ferver por 3 minutos e desligue o fogo.
  3. Depois das duas horas, tire as costelinhas do forno e despeje o molho sobre elas. Um pouco antes de servir, coloque no forno preaquecido (5 min) a 220º por 20 minutos.

Obs: porque não colocar só o molho pronto? Você pode fazer isso, e vai ficar igualmente delicioso (já fiz isso várias vezes – nesse caso, para essa quantidade de costela, use dois potes de molho pronto), mas se tiver com vontade de dar uma cara especial e personalizada ao seu prato, faça a receita completa!




Acompanhamento

Batatas assadas com bacon e queijo

  • O número de batatas fica a seu critério e por consequência o de bacon e queijo também. O que é importante saber é que você precisa de finas fatias de bacon (comprei o já fatiado) e finas fatias de queijo. Orégano para polvilhar.
  1. Coloque as batatas de molho em água com uma colher de chá de bicarbonato por 15 minutos (isso faz com que a batata não escureça).
  2. Faça cortes em “V” na batata, a depender do tamanho da batata, faça de 2 a 4 desses cortes.

  3. Leve-as para ferver (água + 1 col de sopa de sal) e assim que conseguir penetrar com um garfo é o ponto de desligar o fogo (isso leva aproximadamente de 7 a 10 minutos fervendo, mas pode ser antes, então fique atento). Escorra as batatas e arrume em um pirex ou assadeira.
  4. Coloque uma fatia de bacon e uma de queijo em cada corte em “V” (o tamanho das fatias deve ser proporcional ao tamanho do corte), polvilhe com orégano.
  5. Leve ao forno a 260º por 20 minutos ou até dourar as batatas.

    Bom Apetite! 


sábado, 8 de março de 2014

Lazy day


Como foi o final de carnaval? Levaram algum tempo pra se recuperar ou a quinta-feira já foi ligada no 220? Eu ainda estou na preguiça que um feriado prolongado provoca e por isso, a comida foi preguiçosa também. Preguiçosa, porém gostosa e com gostinho de feriados especiais. Salada de bacalhau com grão de bico. É uma receita super fácil e levinha, daquelas que você faz e fica com vontade de comer o tempo todo. A princípio pensei que não valia a pena publicá-la (afinal, é bem fácil), mas a proposta do blog é apresentar a vocês uma forma de comer bem morando sozinho, não é? E quem, morando sozinho, vai pensar em comer salada de bacalhau com grão de bico em pleno sábado preguiçoso? Então, aqui vai. Ah, já vou avisando, a receita é extremamente flexível e aberta à criatividade; vou mostrar o básico e vou deixar vocês experimentarem.

Salada de bacalhau com grão de bico.

  • 1 bandeja pequena de bacalhau dessalgado cozido desfiado (se você comprar ele salgado, deixe ele de molho de um dia pro outro (na geladeira, para não estragar o peixe) trocando a água umas 3 vezes)



  • 3 xíc de grão de bico cozido (deixe os grão de bico de molho e um dia pro outro, trocando a água umas duas vezes, são 2 xíc do grão de bico cru, que depois do molho e do cozimento vão aumentar de tamanho)
  • 8 a 10 tomates-uva picados em cubinhos (eu uso tomate uva, pois adoro o sabor adocicado, mas pode usar um tomate médio picado, caso prefira)
  • 2 col de sopa de tempero verde picado
Para o molho:
  • 1/2 xíc de azeite de oliva extra virgem (usem um de boa qualidade)
  • 1/3 de xíc de vinagre de vinho tinto (caso opte por usar o balsâmico, use um pouco menos, pois este tem um sabor muito forte e ácido)
  • 1/2 col de chá de sal (lembre que o bacalhau tem que ser dessalgado, caso contrário, vai ficar tudo muito salgado e impossível de comer)
  • 1 col de chá de pimenta do reino (se quiser pode diminuir a quantidade, mas não deixe de usar, a vida fica mais saborosa com pimenta do reino)
  • 2 col de chá de mel


Modo de fazer:
Misture tudo e está pronto :) 


OBS:

  • Para o cozimento do bacalhau: não use a mesma água em que ele estava de molho para cozinhar. A quantidade é a suficiente para cobrir todos os pedaços de bacalhau. O tempo: 30 minutos (o tempo você começa a contar depois que começar a ferver); troque a água quando completar 15 minutos fervendo.
  • Para o cozimento do grão de bico: use o que sobrou da água do cozimento do bacalhau, caso necessário, complete com mais água até que cubra todos os grãos (também não usar a mesma água em que ele estava de molho)
  • Você pode comer em temperatura ambiente ou gelado
  • Dê vazão à sua criatividade, acrescente azeitonas picadinhas, passas, ou o que você tiver vontade, como eu falei ai em cima, é uma receita flexível.
  • Na hora de servir pode ralar um pouco do queijo de sua preferência para enfeitar (nada de colocar queijo ralado de pacotinho, deixe de preguiça e rale o queijo na hora)

Bom apetite!

terça-feira, 4 de março de 2014

Gostinho de saudade...

Oi pessoal,
Como foram de carnaval? Eu moro em Salvador, mas todo ano eu fujo da muvuca, seja para uma viagem maior, seja pra visitar meu pai no interior. Esse ano vim ficar com o velho, e ainda estou por aqui sendo bem mimada e com uma vida bem fácil (ou seja, cozinha no máximo para fritar um ovo ou fazer cupcakes, falarei sobre os cupcakes outro dia). Maaaas eis que surge uma coisa que não é ovo ou cupcake. PÃO DE LIQUIDIFICADOR.
Esse pão era uma receita da minha mãe (alguns podem não saber, mas perdi minha mãe há dois anos), era um clássico dela. Toda e qualquer pessoa que provasse amava e sabia que havia sido feito por ela. Cida, a moça que trabalha conosco há 22 anos, já não fazia o pão há algum tempo e decidimos desenterrar a receita para que meu amado pudesse comer. Como sempre foi quando minha mãe ainda estava viva, não sobrou nem migalha para contar história e queríamos mais pão, mas, como eu já disse aí em cima, é carnaval, ou seja, nada de Cida aqui em casa. Juntei a fome com a vontade de comer e lembrei de vocês que há muito eu havia abandonado depois das maravilhosas panquecas (alguém fez? Quero o resultado!!!).
Então, sintam-se honrados queridos e queridas, pois aqui vai a lendária receita do pão da minha mãe. Aos que a conheceram, uma mordida vai ter gosto de saudade, mas também de amor, aos que não conheceram, peço que ao fazerem mentalizem algo muito bom e não deixem de usar o ingrediente principal que minha mãe jamais dispensou: AMOR!

Pão de Liquidificador – ou pão de Kila (na íntegra)

Ingredientes:

  • 3 e 1/2 xícaras de farinha de trigo 
  • 1 e 1/2 copo de leite morno
  • 1 pitada de sal
  • 3 ovos inteiros
  • 2 pacotinhos de fermento em pó ( para pães ou pizzas)
  • 2 colheres das de sopa de açúcar
  • 1/2 copo de óleo (canola, girassol ou milho)
    1 pacote de queijo ralado.
Modo de fazer:
  • Untar a forma ou pirex com manteiga e farinha de trigo.
  • Separe todos os ingredientes e os deixe próximos ao liquidificador. 
  • Coloque no copo do liquidificador primeiro o óleo, os ovos, o sal, o fermento, açúcar e o queijo (bata um pouco para misturar os ingredientes), depois vá colocando a farinha de trigo e o leite aos poucos e batendo para não forçar muito o aparelho. A massa ficará mais ou menos na consistência da massa de bolo.
  • Coloque-a na forma e deixe a massa descansar por 20 minutos sem ligar o forno. A massa dobrará. 




  • Assar sem abrir o forno por + ou - 30 minutos. Quando já estiver assado o modo de ver é o mesmo do bolo (enfiar uma faca se esta sair limpa, o pão estará bom), então passe manteiga e um pouco de queijo ralado para polvilhar. 

  • Se quiser pode colocar qualquer recheio quando for colocar a massa na forma, (azeitonas cortadas, presunto, cebola desidratada, cubos de queijo, passas ou frutas cristalizadas).
  • Fazer com muito AMOR.
 Minhas obs:
  • O ideal é que você ligue o fogo (baixo) para aquecer o leite quando for começar a colocar os ingredientes no liquidificador, esse será o tempo ideal para que o leite não fique nem muito frio e nem muito quente (se vc deixar ele muito quente o ideal é que espere esfriar um pouco antes de misturar à massa).
  • Quando for adicionando a farinha e o leite a massa vai ficar bem pesada, pode tirar a tampa do liquidificador e ir "ajudando" com uma colher. CUIDADO PARA NÃO COLOCAR A COLHER MUITO NO FUNDO PARA NÃO TER CONTATO COM A HÉLICE.
  • É imprescindível que você deixe a massa descansar por 20 minutos, pois como o fermento é biológico (e não químico como o de bolos), é nesse período que vai se iniciar o processo de fermentação. Recomendo que deixe a massa descansar já dentro do forno, depois desse tempo é só ligar o forno a 180º (se o seu forno for fraquinho como o de meu pai, pode aumentar UM POUCO a temperatura). 
  • Além do queijo ralado polvilhei com gergelim torrado (na receita das panquecas ensinei como fazer, a diferença é que não acrescenta sal). Depois de polvilhar, deixe mais 5 minutos no forno e então pode tirar.
  • O recheio fica a seu critério (pode não rechear), eu usei queijo e presunto.
  • Você pode comer ele frio ou quente, caso coma ele quentinho recomendo que passe uma fina camada de manteiga, que irá derreter, e derreta-se.
  • Como você pôde ver, a massa deu para uma assadeira média e uma pequena (para pão), mas você pode colocar em uma assadeira grande, ou dividir em várias pequenas, fica a seu critério. Logo que vc espalha a massa fica baixinha mesmo (nada de tentar compensar colocando mais massa), ela vai crescer durante os 20 minutos de descanso.

Bom apetite!